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Posse de Pavan é marcada por acusações e confusão

José Pavan Júnior do PSB, segundo colocado nas eleições de 2012, reassumiu a prefeitura de Paulínia nesta sexta-feira após decisão da juíza eleitoral da cidade, Marta Brandão Pistelli, que foi

Posse de Pavan é marcada por acusações e confusão
José Pavan Júnior do PSB, segundo colocado nas eleições de 2012, reassumiu a prefeitura de Paulínia nesta sexta-feira após decisão da juíza eleitoral da cidade, Marta Brandão Pistelli, que foi motivada pela suspensão da liminar que mantinha o então prefeito Edson Moura Júnior do PMDB no cargo. Mas a posse foi marcada por muitos contratempos. […]

José Pavan Júnior do PSB, segundo colocado nas eleições de 2012, reassumiu a prefeitura de Paulínia nesta sexta-feira após decisão da juíza eleitoral da cidade, Marta Brandão Pistelli, que foi motivada pela suspensão da liminar que mantinha o então prefeito Edson Moura Júnior do PMDB no cargo. Mas a posse foi marcada por muitos contratempos. Após ser diplomado no cartório eleitoral de Paulínia, José Pavan Júnior foi à câmara de vereadores para ser empossado oficialmente, mas a casa estava fechada e funcionários se recusavam a abri-la. Foi preciso a chegada de um oficial de justiça para o local ser liberado. Cenário diferente do esperado pelo prefeito que imaginava uma postura diferente por parte dos vereadores.

Durante a cerimonia de posse, outro contratempo. A guarda municipal recebeu a informação de que um funcionário estaria subtraindo documentos de dentro da prefeitura. O diretor do paço municipal, Emerson dos Santos, conhecido como gordura, foi flagrado pela guarda municipal saindo da prefeitura com uma escrivaninha cheia de documentos. Encaminhado para a delegacia o diretor disse que a atitude foi motivada pelo pedido de uma funcionária do gabinete de Edson Moura Júnior, que estava preocupada em não poder entrar mais no paço municipal e retirar documentos pessoais que estavam no móvel. O delegado de polícia de Paulínia, Marco Antônio Evangelista, informou que outros documentos que não só os pessoais da funcionária foram encontrados, por isso ela será chamada para depor.

O delegado de Paulínia afirmou também que não viu nenhum crime ou contravenção na atitude de Emerson dos santos, pois não houve danos ao patrimônio público e nem furto, já que o mesmo ainda é funcionário da administração e tem total acesso ao paço municipal.

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