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Roubos e vândalos na Praça Concórdia preocupam comerciantes

Comerciantes da Praça Concórdia , na região do Campo Grande, em Campinas, contabilizam os prejuízos após seguidos roubos e atos de vandalismo. A situação se agrava nos fins de semana.

Roubos e vândalos na Praça Concórdia preocupam comerciantes
Comerciantes da Praça Concórdia , na região do Campo Grande, em Campinas, contabilizam os prejuízos após seguidos roubos e atos de vandalismo. A situação se agrava nos fins de semana. Atacada na madrugada do último sábado, a proprietária de uma loja diz estar cansada. Com medo de represálias, ela não quis se identificar e também […]

Comerciantes da Praça Concórdia , na região do Campo Grande, em Campinas, contabilizam os prejuízos após seguidos roubos e atos de vandalismo. A situação se agrava nos fins de semana. Atacada na madrugada do último sábado, a proprietária de uma loja diz estar cansada. Com medo de represálias, ela não quis se identificar e também não gravou entrevista, mas pediu mais segurança. Segundo ela, o local foi arrombado e teve roupas masculinas e bonés levados. Um homem e um adolescente foram detidos. A comerciante, porém, lamenta que a praça tenha se tornado palco de tantos problemas.

Isso porque nas noites de sexta e sábado é comum ver carros com som alto estacionados no espaço. Para muitos, a situação incomoda, mas também preocupa devido à violência e ao consumo de drogas e álcool. Maria Francisca pede mais policiamento. Além da insegurança, ela também reclama do vandalismo contra os equipamentos de ginástica. Antônio Alves ouve de longe as músicas altas. Para ele, o problema seria resolvido se a lei municipal recente contra os pancadões fosse aplicada.

Mas de acordo com o secretário de Segurança Pública, Luiz Augusto Baggio, a fiscalização da prática não é o único meio de impedir novos ataques ou roubos. Outras mudanças podem ser feitas. Ainda segundo Baggio, a câmera instalada no local está em operação, mas precisa de adequações. Outro problema são os cortes de luz feitos pelos vândalos, que obrigam a Prefeitura a reativar o sistema. O responsável pela Pasta também diz que o trabalho em conjunto com a Polícia Militar será reforçado na região, já que o espaço também tem histórico de ataques a ônibus. Em 2014, foram 120 ocorrências.

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