Cerca de mil manifestantes participaram de uma manifestação que durou seis horas em Sumaré. Moradores da Vila Soma, que é uma área de invasão da cidade, percorreram cerca de 12 quilômetros. Eles chegaram a passar pelas marginais da Rodovia Anhanguera, onde caminharam por quase duas horas. O protesto começou no inicio da tarde e também bloqueou uma das principais vias do município, a Avenida da Amizade.
À noite foram Câmara Municipal e entregaram ao presidente do legislativo, Wellington da Farmácia, um documento pedido ajuda aos vereadores. O advogado das 2500 famílias que ocupam o Vila Soma, Alexandre Mandl, fala que se espera do legislativo o papel de fiscalização, intermediação e também a elaboração de projetos de lei.
O presidente da Câmara representantes dos moradores no plenário e o documento entregue foi lido aos demais vereadores presentes. A presidência se comprometeu a tratar o assunto dos moradores e tratou como um tema de relevância.
O protesto desta terça-feira foi considero exemplo pela Polícia Militar. O major Waldemir Guimarães disse que não houve incidentes.
Esse foi o segundo protesto referente a situação da Vila Soma. O primeiro foi na semana passada, quando dois PMs ficaram feridos durante confronto entre manifestantes e policiais, além de três prisões.
Uma nova manifestação esta marcada para sexta-feira, quando o grupo deve se reunir na prefeitura para uma audiência sobre o caso.
O prazo para desocupação na Vila Soma termina no dia 03 de março.