Os trabalhadores da limpeza urbana de Paulínia entraram em greve ontem, por tempo indeterminado.
O motivo é a empresa responsável pelos serviços de limpeza urbana no município não aceitar seguir discutindo o reajuste salarial para a categoria.
Segundo o Sindicados do Trabalhadores de Limpeza Urbana, o Siemaco, a categoria reivindica para Paulínia 30% de reajuste para coletores, e 20% para varredores, mas o sindicato patronal, o Selur, ofereceu 6,5%.
No momento 70% do efetivo do município está trabalhando, respeitando ordem judicial. Paulínia conta com aproximadamente 600 trabalhadores no setor, segundo o sindicato.
Uma audiência está marcada para às 13h30 de hoje no Tribunal Regional do Trabalho, em São Paulo, na tentativa de resolver o impasse.
Já em Piracicaba, após assembléia, a categoria decidiu manter as atividades, pois a empresa responsável pelos serviços no município se manteve em negociação com os trabalhadores.