A perda é maior que da capital e até da cidade de Campinas, em Piracicaba o Serviço e Água e Esgoto tenta reverter os índices ligados ao desperdício de água na rede. A média anual é de 45%, percentual maior que até a média nacional que é de 37%. Para combater os números divulgados pelo Instituto Trata Brasil o Semae divulgou investimento de 24 milhões de reais em 20 anos, 1,5 milhão na primeira etapa. O presidente do serviço, Vlamir Schiavuzzo, cita a possibilidade de uma intervenção total com troca de toda a rede caso a manutenção feita atrásra não dê resultado.
Paralelo ao trabalho, a autarquia finaliza um projeto para a Fehidro (Fundo Estadual de Recursos Hídricos) de 12 milhões de reais para conter as perdas. Mas, o efeito nos índices pode ser demorado como adiantou o presidente do Semae. O próprio departamento soma 350 pontos de vazamento de água. O sistema é antigo e os investimentos demoraram para chegar a rede.Além destes, existem sem números conhecidos um outro montante de ligações clandestinas que não podem ainda ser monitorados. Schiavuzzo informou que um monitoramento está sendo providenciado. O Instituto Trata Brasil divulgou que Campinas tem 19% de perda anual de água e a capital 35%