A promotoria de justiça da infância e da juventude deu mais 30 dias para que o Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo apresente exemplos concretos sobre a denuncia de superlotação em salas de aula ou fechamento das mesmas em escolas estaduais de Campinas. Nesta sexta-feira o promotor Rodrigo Augusto de Oliveira se reuniu com o sindicato, o conselho de educação de Campinas e diretores regionais de ensino para obter respostas em relação ao inquérito instaurado por ele a partir das denúncias apresentadas ao Ministério Público. Segundo o promotor houve problemas que vão de encontro com as denúncias, mas que já foram, pelo menos em parte, solucionados.
De qualquer forma, as diretorias de ensino se colocaram à disposição para solucionar o problema de salas com superlotação caso elas sejam identificadas. Sobre o fechamento de algumas salas, como também foi denunciado pela Apeoesp, o promotor da vara da infância e juventude, Rodrigo Augusto de Oliveira, afirmou que elas podem estar ligadas a readequação de algumas escolas na divisão de seus alunos, e que por enquanto nenhuma irregularidade pôde ser comprovada.