Servidores da Saúde de Campinas, membros do sindicato da categoria, movimentos sociais e trabalhadores do Hospital Municipal Mário Gatti fizeram nesta terça-feira uma manifestação contra a abertura da licitação que transfere a administração da farmácia e do setor de suprimentos da unidade para empresas terceirizadas. Além disso, realizaram uma passeata do Mário Gatti até a Prefeitura de Campinas, o que gerou congestionamentos pelas vias da região central.
A abertura dos envelopes com as propostas estava marcada para às 9 horas. Por esse motivo, o ato, que acontece na entrada do hospital, foi convocado para começar antes deste horário no dia de hoje. A concentração foi às 8 horas.
Mas além da questão pontual do Mário Gatti, o movimento também é contrário à lei das organizações sociais recentemente aprovada na Câmara de Vereadores e que ampara justamente essa medida tomada nos dois setores do hospital.
Devido a esse ato, o funcionamento está previsto para acontecer com a parcela de 30% do efetivo, atendendo principalmente os casos de urgência. Pacientes que chegaram mais cedo e ainda esperam ser recebidos não relacionaram a demora ao protesto, mas quem começa a chegar atrásra já é informado sobre a influência do ato no funcionamento.
(Atualizado às 11h54)