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Magnum quer Brinco de Ouro por R$ 81 mi para Guarani quitar dívidas

Os juízes do trabalho Ana Cláudia Torres Viana, Carlos Eduardo de Oliveira Dias e outros magistrados receberam nesta terça-feira o presidente do Guarani, Horley Sena, e o empresário Roberto Graziano,

Magnum quer Brinco de Ouro por R$ 81 mi para Guarani quitar dívidas
Os juízes do trabalho Ana Cláudia Torres Viana, Carlos Eduardo de Oliveira Dias e outros magistrados receberam nesta terça-feira o presidente do Guarani, Horley Sena, e o empresário Roberto Graziano, do grupo Magnum, para apresentação de uma proposta que visa quitar as dívidas trabalhistas do clube e livrar as penhoras do estádio Brinco de Ouro […]

Os juízes do trabalho Ana Cláudia Torres Viana, Carlos Eduardo de Oliveira Dias e outros magistrados receberam nesta terça-feira o presidente do Guarani, Horley Sena, e o empresário Roberto Graziano, do grupo Magnum, para apresentação de uma proposta que visa quitar as dívidas trabalhistas do clube e livrar as penhoras do estádio Brinco de Ouro da Princesa. O maior entrave é que o bem foi arrematado em leilão da justiça do trabalho no dia 30 de março pelo grupo Maxion Empreendimentos, com sede em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, pelo valor de R$ 105 milhões. Segundo a juíza Ana Cláudia Torres Viana, responsável pelo processo, os requerimentos serão analisados e o arrematante será chamado para uma reunião com o objetivo de chegar a uma decisão que atenda aos interesses de todas as partes

Porém, a proposta da Magnum é menor do que a do grupo gaúcho e não contempla nenhuma contrapartida como a construção de um novo estádio. Segundo nota oficial da justiça do trabalho, o empresário Roberto Graziano apresentou uma proposta global de R$ 81 milhões para aquisição do estádio, por meio de uma venda direta, contemplando R$ 21 milhões de patrocínio para o clube e liberação dos valores que já estão à disposição da Justiça do Trabalho, referentes à arrematação do Brinco de Ouro em leilão realizado pela Justiça Federal, que foi cancelado. Nesta proposta inclui-se ainda pagamento mensal de R$ 360 mil ao clube, por um período de 60 meses, totalizando o valor de R$ 81 milhões. Uma nova reunião entre as partes, incuindo o grupo Maxion deve acontecer ainda nesta semana. Outra situação a ser analisada está relacionada com a possibilidade de o grupo Maxion não aceitar nenhum tipo de acordo com o Guarani ou anular sua proposta. Se isso acontecer a juíza Ana Cláudia Torres Viana informou que caberá a ela, enquanto responsável pelo processo, analisar qual das propostas defende o maior número de interesses antes de tomar sua decisão.

Segundo o presidente do Guarani, Horley Sena, os valores seriam utilizados apenas para pagar as dívidas trabalhistas e o Guarai lucraria em sobre o índice de construção, que consiste em 14% do montante que for investido pelo grupo Magnum nos terrenos que abrigam o complexo do Brinco de Ouro, valores que, segundo o cartola, podem passar dos  R$ 300 milhões

Nota oficial da Justiça do Trabalho

A juíza Ana Claudia Torres Vianna, titular da 6ª Vara do Trabalho, diretora do Fórum Trabalhista de Campinas e coordenadora do Núcleo de Gestão de Processos de Execução da Circunscrição de Campinas do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região, o juiz Carlos Eduardo Oliveira Dias, titular da 1ª Vara do Trabalho do município, acompanhados de outros magistrados do trabalho, receberam na tarde desta terça-feira, nas dependências do Fórum, o presidente do Guarani Futebol Clube Horley Senna e o presidente do Grupo Magnum, Roberto Graziano para tratar das dívidas trabalhistas do clube e do leilão do Estádio Brinco de Ouro da Princesa, arrematado na segunda-feira, 30 de março, pela Maxion Empreendimentos Imobiliários.

A Magnum apresentou uma proposta global de R$ 81 milhões para aquisição do estádio, por meio de uma venda direta, contemplando R$ 21 milhões de patrocínio para o clube e liberação dos valores que já estão à disposição da Justiça do Trabalho, referentes à arrematação do Brinco de Ouro em leilão realizado pela Justiça Federal, que foi cancelado. Nesta proposta inclui-se ainda pagamento mensal de R$ 360 mil ao clube, por um período de 60 meses, totalizando o valor de R$ 81 milhões. Segundo os dirigentes do Guarani, o clube vem conversando com os credores trabalhistas e há sinalização positiva de acordo nesse sentido.

A juíza Ana Claudia irá agendar nova reunião com todos os envolvidos, inclusive com a arrematante Maxion Empreendimentos Imobiliários, para analisar conjuntamente a questão, considerando todas as alternativas que possibilitem a continuidade das atividades do Guarani, uma vez que há uma grande comoção da comunidade campineira sobre uma possível extinção do clube.

Assessoria de Imprensa/ TRT-15

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