Os recursos de Edson Moura Junior (PMDB) foram negados pela desembargadora do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de São Paulo, Diva Malerbi. Nos pedidos o prefeito afastado do cargo pede a suspensão das duas cassações contra ele. A desembargadora ao justificar a negativa redigiu no documento que a volta de Moura Jr ao cargo de prefeito causaria uma nova mudança na administração da cidade, o que poderia abalar juridicamente o município.
Até o momento entre idas e vindas o filho de Edson Moura já saiu e voltou ao cargo sete vezes por causa de processos na Justiça. Há dois anos a cidade assiste a instabilidade política, primeiro por causa do registro de candidatura de Moura Jr que chegou a ser cassado em 2012,. Na época, José Pavan Junior (PSB), segundo colocado nas eleições, já tinha substituído o político e atrásra continua então como prefeito. Moura Jr. tem duas condenações por compra de votos nas eleições de 2012 e por abuso de poder econômico, onde ele e o pai Edson Moura teriam sido beneficiados por um jornal e um site durante a campanha eleitoral.
Legislativo
Na Câmara de Vereadores de Paulínia também há registro de instabilidade. O presidente da Casa, Sandro Caprino (PRB), foi oficialmente afastado do cargo por causa do suposto envolvimento em um desvio de R$ 17 milhões da Prefeitura. A acusação é da época que ele atuou no cargo de prefeito no lugar de Edson Moura Junior (PMDB). Caprino ficou apenas 48 horas no cargo. Ele nega depósitos em conta no valor correspondente e quer provas. O advogado dele informou que entrará com recurso. Quem assume o cargo no Legislativo é o vice, Marquinho Fiorella (PP). Quanto a vaga de vereador ficou para a suplente Maria das Mercês Rosa Fraga (PTB).