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Saúde vai tentar suspender restrição no Celso Pierro

A mudança no atendimento do pronto-socorro do Hospital da PUC, em Campinas, preocupa a população, que reclama sobre as condições dos pronto-atendimentos e postos de saúde da cidade. A alteração

Saúde vai tentar suspender restrição no Celso Pierro
A mudança no atendimento do pronto-socorro do Hospital da PUC, em Campinas, preocupa a população, que reclama sobre as condições dos pronto-atendimentos e postos de saúde da cidade. A alteração também pegou de surpresa o secretário de saúde, Cármino de Souza, que já havia pedido a prorrogação da medida devido à epidemia de dengue e […]

A mudança no atendimento do pronto-socorro do Hospital da PUC, em Campinas, preocupa a população, que reclama sobre as condições dos pronto-atendimentos e postos de saúde da cidade. A alteração também pegou de surpresa o secretário de saúde, Cármino de Souza, que já havia pedido a prorrogação da medida devido à epidemia de dengue e alegou que vai procurar o hospital para reverter o processo.

O Celso Pierro passou a atender somente casos urgentes, representados pelas cores verde, vermelha e amarela, e encaminha pacientes menos graves, da cor azul, para o PA Campo Grande e outras unidades. A restrição é informada através de um banner e de folhetos distribuídos e foi recebida com preocupação por quem já esperava no hospital. Antônio Natal, por exemplo, diz que não confia no posto do bairro onde mora.

Salete Franceschini também critica a situação. Ela esperava o marido no PS da PUC, que tinha superlotação na manhã desta segunda-feira: com os 20 leitos ocupados, o local atendia 58 pessoas em macas e cadeiras. Em nota, o hospital da PUC informou que mantém o compromisso com os casos suspeitos ou diagnosticados de dengue e alegou que trabalha em conjunto com a Secretaria para não prejudicar a população.

O secretário de Saúde, Cármino de Souza, porém, diz que foi pego de surpresa. Ele vai pedir a revisão do processo para que a mudança seja suspensa até que a situação da dengue em Campinas seja estabilizada. A epidemia de dengue na cidade tem 14,9 mil casos confirmados até o início de abril e registra três mortes – as duas últimas nas regiões sudoeste e sul.

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