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Trabalhadores da Replan fecham rodovia em protesto contra a terceirização

Petroleiros e trabalhadores da Construção Civil da Replan bloquearam por meia hora o sentido Paulínia da Rodovia Professor Zeferino Vaz, em frente à portaria principal da Replan, às 8h40 dessa

Trabalhadores da Replan fecham rodovia em protesto contra a terceirização
Petroleiros e trabalhadores da Construção Civil da Replan bloquearam por meia hora o sentido Paulínia da Rodovia Professor Zeferino Vaz, em frente à portaria principal da Replan, às 8h40 dessa quarta-feira. O ato foi um protesto contra Projeto de Lei da terceirização para todas as atividades nas empresas, que foi aprovada na Câmara dos Deputados. Os trabalhadores […]

Petroleiros e trabalhadores da Construção Civil da Replan bloquearam por meia hora o sentido Paulínia da Rodovia Professor Zeferino Vaz, em frente à portaria principal da Replan, às 8h40 dessa quarta-feira. O ato foi um protesto contra Projeto de Lei da terceirização para todas as atividades nas empresas, que foi aprovada na Câmara dos Deputados. Os trabalhadores foram impedidos de entrar na refinaria, que teve as duas entradas bloqueadas. Alguns trabalhadores se recusaram a aderir à manifestação e não desceram dos ônibus que transportam os funcionários até a refinaria, mas os manifestantes só liberaram a pista depois que todos desceram. O ato dividiu as opiniões dos motoristas, que ficaram parados na estrada na hora da manifestação. Hoje a terceirização só é permitida para atividades não relacionadas diretamente com a atividade principal da empresa, como limpeza e segurança. Se aprovada, a Lei vai permitir que empresas terceirizadas assumam também as atividades afins. De acordo com o Coordenador Político do Sindicato da Construção Civil, Amilton Mendes, a lei da terceirização retira direitos dos trabalhadores. O Diretor do Sindicato dos Petroleiros, Itamar Sanches, disse que a intenção foi paralisar as atividades por um dia, como forma de chamar a atenção da sociedade, mas não descarta a uma greve por tempo indeterminado enquanto houver a possibilidade dessa lei ser aprovada. De acordo com a Polícia Militar, cerca de 500 pessoas participaram do ato. Já o sindicato contabilizou cerca de mil trabalhadores no protesto.

 

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