Sem chuvas há seis dias nas represas, a vazão do Rio Atibaia voltou ao estado de atenção. O nível está em 6,4 m3/s. Sendo quatro o volume que caracteriza risco de abastecimento. O Rio é responsável por abastecer 95% da região. A Sanasa já pediu ao Departamento de Água e Esgoto, o DAEE, que libere mais água do Sistema Cantareira. No início do mês, tanto DAEE quanto Agência Nacional de Águas decidiram reduzir a descarga do Cantareira para a região de Campinas de 2m3/s para vazões que poderão variar de 0,5 a 1,5m3/s. Enquanto que para a Grande São Paulo, a descarga máxima média mensal irá ficar entre 9,5m3/s e 13m3/s. Em março, a Grande SP estava autorizada a retirar 13,5m3/s. Segundo o Daee, a flexibilização nas restrições para as retiradas é necessária porque abril apresenta características de transição entre o período chuvoso do Verão e a estiagem. A manutenção de baixas retiradas dos reservatórios visa gastar o mínimo possível de volumes disponíveis e recuperar o máximo das reservas técnicas já utilizadas, defenderam os gestores. Lembrando que a vazão do Atibaia caiu, mas o sistema em si está com nível estável de 19,9 % da capacidade.