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Força-tarefa prende acusados de atuação em roubos de cargas na região

A Polícia Federal, o Ministério Público e o Batalhão de Ações Especiais da Polícia Militar realizam desde as primeiras horas desta quinta-feira uma operação para desarticular uma quadrilha que atua

Força-tarefa prende acusados de atuação em roubos de cargas na região
A Polícia Federal, o Ministério Público e o Batalhão de Ações Especiais da Polícia Militar realizam desde as primeiras horas desta quinta-feira uma operação para desarticular uma quadrilha que atua em roubos de cargas. Segundo a PF, serão cumpridos 24 mandados de prisão e 20 mandados de busca e apreensão em cidades da região de […]

A Polícia Federal, o Ministério Público e o Batalhão de Ações Especiais da Polícia Militar realizam desde as primeiras horas desta quinta-feira uma operação para desarticular uma quadrilha que atua em roubos de cargas.

Segundo a PF, serão cumpridos 24 mandados de prisão e 20 mandados de busca e apreensão em cidades da região de Campinas. Participam da operação 80 Policiais Federais e 200 Policiais Militares.

A ação conta também com o suporte da Polícia Rodoviária Estadual e o do GAECO de Campinas.

A investigação teve início em fevereiro deste ano, a partir da constatação de vários roubos de carga em estradas na região de Campinas, que seguiam um mesmo padrão de procedimento, indicando que poderia se tratar da atuação de um mesmo grupo.

Os roubos visavam cargas transportadas em rodovias como a Anhanguera, Bandeirantes e Régis Bittencourt, nas regiões de Campinas e Jundiaí.

Partes das ações criminosas do grupo no período, geralmente caracterizadas pelo uso de violência e ameaças, resultaram em diversas prisões e apreensões realizadas pela PM.

A facilidade que o grupo teve para executar os vários roubos apontou para a participação de motoristas e de outros empregados de transportadoras, também presos nesta operação policial.

A PF constatou também que, após abordarem os motoristas, a organização criminosa adotava medidas para escapar do plano de segurança das empresas de logística e transporte, como o uso de bloqueadores de sinais de rastreadores, inviabilizando o rastreamento de cargas de maior valor agregado.

A organização criminosa contava com armazéns, que serviam para acomodar as cargas roubadas. Tais locais eram verdadeiros centros de distribuição de mercadorias roubadas, sendo também constituídas empresas fictícias e de fachada para a emissão de notas fiscais para cobertura das vendas e distribuição dos produtos dos crimes.

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