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Em protesto, funcionários da Replan param por 24 horas

Os funcionários da Replan, em Paulínia, fazem uma paralisação de 24 horas que teve início na noite desta quinta-feira em várias unidades do sistema Petrobras de todo país. A situação

Em protesto, funcionários da Replan param por 24 horas
Os funcionários da Replan, em Paulínia, fazem uma paralisação de 24 horas que teve início na noite desta quinta-feira em várias unidades do sistema Petrobras de todo país. A situação na refinaria de Paulínia vai se normalizar na troca de turno na noite desta sexta-feira. Não houve rendição de turno às 23h dessa quinta-feira. Um grupo com […]

Os funcionários da Replan, em Paulínia, fazem uma paralisação de 24 horas que teve início na noite desta quinta-feira em várias unidades do sistema Petrobras de todo país. A situação na refinaria de Paulínia vai se normalizar na troca de turno na noite desta sexta-feira. Não houve rendição de turno às 23h dessa quinta-feira.

Um grupo com aproximadamente 70 operadores permanece dentro da unidade para evitar a entrada de funcionários durante a madrugada. Os dirigentes do Sindipetro Unificado -SP – sindicato unificado dos petroleiros do estado de São Paulo unificado – fazem plantão nas principais portarias de acesso à refinaria. A entrada dos trabalhadores do setor administrativo também foi bloqueada.

Como a greve foi discutida e aprovada pelos próprios trabalhadores em assembleia, o sindicato acredita que grande parte do pessoal vai preferir ficar em casa, o que significa pequenas as chances de bloqueio na rodovia.

Uma mobilização dos terceirizados promove um atraso na entrada dos funcionários na refinaria de Paulínia. A mobilização é em repúdio ao novo plano de gestão e negócios da Petrobras que prevê a negociação de ativos de um total de 57 bilhões de dólares e cortes em despesas em investimentos na ordem de 89 bilhões de dólares.

Os petroleiros protestam também contra o projeto de lei 131 do senador José Serra que muda a lei de partilha e retira da Petrobras o papel de operadora única na exploração do pré sal e a obrigatoriedade da empresa de ter participação mínima de 30% em todos os campos exploratórios.

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