A Secretária de Estado da Segurança Pública vai sugerir a implantação do policiamento comunitário na Universidade Estadual de Campinas, a Unicamp. O sistema de segurança, inspirado no mesmo aplicado no Japão, já está sendo estudado para ser implantado no campus da USP, em São Paulo. Pelo modelo a universidade terá efetivo fixo da Polícia Militar, especialmente treinado para as atividades no local e diferente do patrulhamento ostensivo comum que já existe. A medida na USP está sendo adota um mês após uma aluna da Faculdade de Economia e Administração ter sido estuprada no campus. A ideia é que a universidade tenha de 80 a 100 policiais fixos, que estejam integrados às rotinas da comunidade acadêmica. A presença de PMs em universidades públicas de São Paulo é polêmica e enfrenta forte resistência de grupos acadêmicos. Em Campinas, estudantes ocuparam a reitoria da Unicamp, por 13 dias em outubro de 2013, em protesto contra a atuação da PM nos campi. O ato ocorreu logo após a morte do aluno Denis Casagrande, de 21 anos, durante uma festa clandestina na universidade.