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Superlotação leva insegurança nos presídios paulistas

De acordo com a Secretaria Estadual de Administração Penitenciária, as unidades que formam o Complexo Penitenciário Campinas-Hortolândia estão operando com 91,6% acima da capacidade máxima. O complexo foi construído para

Superlotação leva insegurança nos presídios paulistas
De acordo com a Secretaria Estadual de Administração Penitenciária, as unidades que formam o Complexo Penitenciário Campinas-Hortolândia estão operando com 91,6% acima da capacidade máxima. O complexo foi construído para abrigar 5.003 detentos , mas abriga atualmente 9.586 presos. A superlotação carcerária ocorre em todas as unidades prisionais do Estado. Só para se ter uma ideia , Nos […]

De acordo com a Secretaria Estadual de Administração Penitenciária, as unidades que formam o Complexo Penitenciário Campinas-Hortolândia estão operando com 91,6% acima da capacidade máxima. O complexo foi construído para abrigar 5.003 detentos , mas abriga atualmente 9.586 presos. A superlotação carcerária ocorre em todas as unidades prisionais do Estado. Só para se ter uma ideia , Nos primeiros quatro meses do ano, entraram para o sistema carcerário paulista 9.444 novos presos por mês. Atualmente a população carceraria no Estado é a maior do país e record nos últimos cinco anos. Um dos principais problemas com a superlotação é a falta de segurança, motivo que levou os agentes penitenciários a entrarem em greve na última segunda-feira. O estopim da paralização foi os dois atentados contra agentes penitenciarios do complexo Campinas / Hortolândia em menos de uma semana. Um agente morreu e outro permanece internado em estado grave após ser baleado.

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