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UPAs de Campinas e Piracicaba não têm soro antirrábico

As Unidades de Pronto Atendimento de Campinas e de Piracicaba estão sem soro antirrábico. Segundo a Vigilância Epidemiológica e a secretaria de saúde dos municípios, o desabastecimento acontece em todo

UPAs de Campinas e Piracicaba não têm soro antirrábico
As Unidades de Pronto Atendimento de Campinas e de Piracicaba estão sem soro antirrábico. Segundo a Vigilância Epidemiológica e a secretaria de saúde dos municípios, o desabastecimento acontece em todo o país e pode comprometer a prevenção contra a raiva. Caso alguma pessoa seja mordida por um cão, por exemplo, não há o que fazer. O Ministério da […]

As Unidades de Pronto Atendimento de Campinas e de Piracicaba estão sem soro antirrábico. Segundo a Vigilância Epidemiológica e a secretaria de saúde dos municípios, o desabastecimento acontece em todo o país e pode comprometer a prevenção contra a raiva. Caso alguma pessoa seja mordida por um cão, por exemplo, não há o que fazer. O Ministério da Saúde emitiu um comunicado aos municípios em que alega problemas e atrasos no processo produtivo do soro pelos laboratórios nacionais, que ainda se adequam às práticas de fabricação exigidas pela Anvisa. O problema pode se estender por alguns meses.

O último caso da raiva humana no estado de São Paulo ocorreu em Dracena (SP), com a morte de uma dona de casa de 52 anos, em julho de 2001. Apesar dos casos de raiva em humanos serem muito raros no país, a doença é identificada em animais com certa frequência. Em Piracicaba, por exemplo, somente neste ano foram oito casos confirmados em animais de grande porte, vítimas de morcegos hematófagos.

 

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