O número de vagas de emprego caiu 26% no CPAT em Campinas neste ano, se comparado com 2014. No primeiro quadrimestre de 2015, o Centro Público de Apoio ao Trabalhador disponibilizou cerca de 4800 vagas. O agravante foi que no mesmo período a busca por emprego na cidade aumentou cerca de 40%. Mais de 42 mil pessoas se cadastraram em busca de trabalho.
O segundo semestre começou e no CPAT a situação não mudou. Quem busca trabalho nem escolhe muito a área de atuação. Eduardo Martins e Fábio Rogério precisam trabalhar: No que aparecer.
Um cenário oposto, encontrado dentro do próprio CPAT, está relacionado às vagas que exigem nível superior. A disponibilidade de empregos, em Engenharia e Publicidade, por exemplo, aumentou quase 4%. O Secretário de Trabalho e Renda de Campinas, Arnaldo Salvetti, destaca que, no entanto, muitos destes postos de trabalho não são preenchidos.
Diante desses números, a prefeitura reforça a importância do cadastro pessoas com nível superior e técnico também no CPAT. Até então, o serviço era visto com um perfil voltado mais para pessoas de baixa renda, com busca de emprego no setor de serviço.