A prefeitura de Campinas tem uma expectativa positiva em relação a utilizar novamente o Aterro Delta A, desativado desde o ano passado. Atualmente, o lixo da cidade é transportado para Paulínia. Pacotes de estudos estão sendo feitos para avaliar o impacto ambiental e capacidade do aterro Delta A, para que haja autorização da Cetesb.
Alexandre Gonçalves, que é o Diretor do Departamento de Limpeza Urbana de Campinas, destaca que objetivo do uso da sobrevida do aterro está relacionado ao novo modelo nacional de gestão de resíduos. Pretende-se economizar com transporte e viabilizar investimentos através de parceria público privada.
A intenção da prefeitura é utilizar o aterro Delta A pelo período de seis anos, para os lixos domiciliares. O estudo a ser entregue a Cetesb deve ser finalizado no final do mês.
Atualmente, a administração municipal gasta R$ 121,5 milhões anuais com o manejo do lixo, sendo que R$ 36 milhões só para o transporte e depósito dos resíduos em Paulínia.