As doenças sexualmente transmissíveis são uma preocupação da prefeitura de Campinas, principalmente aquelas que parecem ter caído no esquecimento. A sífilis tem apresentado aumento nos casos. No ano passado foram mais de 600 notificações. A hepatite C também preocupa principalmente nas faixas etárias acima de 45 anos. Estima-se que em Campinas cerca de 10 mil pessoas vivam com a doença. A médica Infectologista do programa de Doenças Sexualmente Transmissíveis da cidade, Cláudia Lourenço, destaca ainda o HPV e a gonorreia.
No caso da sífilis uma preocupação é com as gravidas. A doença pode causar problemas para o bebê. A prevenção às DSTs é reforçada pela prefeitura, com uso de preservativo. No caso de relação sem a proteção, a orientação é buscar pelo centro de saúde. O diagnóstico precoce sempre auxilia no tratamento e cura das doenças. A Aids se mantém estável no município e as faixas etárias que mais preocupam são as mais jovens e da terceira idade.