Trabalhadores da Unicamp realizaram ato no centro de Campinas, contra supersalários na Universidade Estadual e pedindo a isonomia com funcionários da USP. Eles protestaram em frente à Catedral Metropolitana na manhã desta quarta-feira (26/08), com cerca de 30 pessoas. Desde a semana passada, há greve da categoria técnico-administrativa. O diretor do sindicato, José Vitório destacou que o ato antecede a reunião com a reitoria da Unicamp. Dependendo do que for negociado, a greve poderá ter continuidade na próxima semana. A paralisação tem adesão parcial.
A Universidade Estadual de Campinas, por nota, informou que mesmo com a greve as atividades de ensino, pesquisa e extensão funcionam dentro da normalidade no campus. O atendimento na área de saúde também transcorre normalmente. A questão dos supersalários já foi exposta pelo próprio reitor da Universidade que disse que eles são necessários até para atrair talentos à Unicamp.
Os salários na Unicamp chegam a R$ 60 mil. O teto estadual é de R$ 21.600.