Atualmente existem plataformas conhecidas como economia de compartilhamento oferecendo vários serviços como entregas de mercadorias, transportes de passageiros e outras que as pessoas comercializam o próprio tempo livre podendo assim, prestar serviço a quem não tem tempo disponível.
A Professora de Direito da Fundação Getúlio Vargas, Marília Ferreira Maciel, disse que se trata de uma tendência mundial e mesmo que se proíba o Uber nesse momento, outras plataformas devem surgir. Ela cita a Lei de Mobilidade Urbana, que tem como uma das interpretações, que foi criada antes de plataformas de compartilhamento como o Uber.
No inicio do mês dois episódios de violência envolvendo taxistas e motoristas do Uber foram registrados em São Paulo e Belo Horizonte. Para a professora de Direito da FGV, o ideal seria buscar um meio termo entre os dois serviços oferecidos
Marília Ferreira Maciel também acredita que seja o momento dos taxistas pensarem em como o negócio pode se reinventar, diante da nova concorrência, e se tornar mais competitivo. Uma das alternativas seria questionar o próprio poder público.
Em Campinas os vereadores aprovaram em primeira discussão o projeto que proíbe a implantação do serviço de transporte de passageiros através do aplicativo Uber. Antes da votação do mérito do projeto, uma audiência pública deverá ser realizada.