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Taxistas pedem proibição, mas aceitariam uso do Uber para a categoria

Em audiência pública sem a participação de representantes do Uber, sindicalistas e taxistas de Campinas indicaram que aceitariam o uso do aplicativo caso a categoria fosse contemplada com exclusividade. A

Taxistas pedem proibição, mas aceitariam uso do Uber para a categoria
Em audiência pública sem a participação de representantes do Uber, sindicalistas e taxistas de Campinas indicaram que aceitariam o uso do aplicativo caso a categoria fosse contemplada com exclusividade. A possibilidade foi levantada na Câmara Municipal durante discussão do projeto de lei que proíbe o serviço de transporte fora do sistema regular de cooperativas. Os […]

Em audiência pública sem a participação de representantes do Uber, sindicalistas e taxistas de Campinas indicaram que aceitariam o uso do aplicativo caso a categoria fosse contemplada com exclusividade. A possibilidade foi levantada na Câmara Municipal durante discussão do projeto de lei que proíbe o serviço de transporte fora do sistema regular de cooperativas. Os motoristas de táxis voltaram a encher o Plenário.

Presidente do Sindicato dos Taxistas de Campinas, Jorge Pansani de França, defendeu a categoria do que chamou de prática ilegal, mas alegou que apoiaria a utilização do Uber a exemplo dos aplicativos de chamada. Disponível no mundo todo e alvo de polêmica em capitais brasileiras, o Uber funciona de modo alternativo através de motoristas cadastrados que recebem diretamente da empresa e não por cada corrida realizada.

A chamada “carona remunerada” é criticada pelos taxistas, que alegam disputa desleal, já que precisam seguir uma série de requisitos e pagar taxas anuais que chegam em média a R$ 300. Por esse motivo, o autor da proposta, vereador Jaírson Canário do Solidariedade, diz que a ausência de defensores do aplicativo na audiência indicou a falta de organização e de legalidade. Ele explica que nenhum convite formal ou direto foi feito e que o debate era público e poderia ter a participação de qualquer interessado.

Aprovado em primeira votação no último dia 12, o PL prevê que a Prefeitura firme convênios com órgãos de segurança para a fiscalização e estabelece a apreensão do veículo que estiver a serviço do aplicativo. A segunda votação, no entanto, segue sem data prevista porque ainda depende de alterações e acréscimos a serem feitos no texto do projeto. Atualmente, Campinas conta com uma frota de aproximadamente 1 mil táxis, que empregam cerca de 3 mil profissionais.

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