O atual presidente da Fundação Perseu Abramo, Marcio Pochmann negou, em entrevista ao CBN Campinas, que tenha recebido ilegalmente qualquer verba para sua campanha eleitoral à prefeitura de Campinas em 2012.
A Operação Lava Jato apura se uma propina paga em meio à contratação das obras de construção do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro pode ter abastecido campanhas a prefeito pelo PT.
A informação partiu do ex-diretor financeiro da construtora UTC, Walmir Pinheiro, que assinou um acordo de colaboração judicial. Com relação às doações, Pochmann comentou
Além de Pochmann, teriam recebido dinheiro, valendo-se de “doações oficiais”, as campanhas dos então candidatos Patrus Ananias (Belo Horizonte), Humberto Costa (Recife), Luiz Marinho (São Bernardo do Campo), Durval Ângelo (Contagem) e Paulo José Guedes (Montes Claros).
Pochmann comentou também que o próprio presidente da UTC desmente a possibilidade de ter havido qualquer doação irregular de campanha
Segundo a Justiça Eleitoral, a campanha petista para o Palácio dos Jequitibás naquele ano arrecadou R$ 6,2 milhões.