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Seis escolas de Campinas estão ocupadas contra reorganização de ensino

Mais quatro escolas estaduais de Campinas foram ocupadas por alunos, nesta segunda-feira: A Antônio Vilela Júnior, na Vila Industrial, a Júlio de Mesquita, no Jardim São Vicente, a Jamil Gadia,

Seis escolas de Campinas estão ocupadas contra reorganização de ensino
Alunos ocupam escola na Vila Industrial em Campinas (Foto: Gláucia Franchini)

Mais quatro escolas estaduais de Campinas foram ocupadas por alunos, nesta segunda-feira: A Antônio Vilela Júnior, na Vila Industrial, a Júlio de Mesquita, no Jardim São Vicente, a Jamil Gadia, no Parque da Figueira e a Eliseu Narciso, na região do Ouro Verde. Com isso, a semana começa com seis unidades sem aulas: As escolas Carlos Gomes e Francisco Glicério foram as primeiras a serem ocupadas.

As ocupações são uma forma de mobilização dos estudantes, contra a reorganização escolar, que é uma medida do governo do Estado de São Paulo.

Na Vilela Júnior o ato foi pacífico pela manhã, mas revoltou alguns pais. Isso porque, segundo relatado à reportagem, os professores e a diretoria deixaram a escola. Os alunos que não participaram da ocupação ficaram sob a responsabilidade de outros alunos: como se crianças cuidassem de outras crianças. Os pais não foram avisados que não teria aula. Ederson Domingues chegou a ir a delegacia para registrar um boletim de ocorrência da situação. A filha dele tem 11 anos.

A ocupação na Escola Estadual Carlos Gomes acontece desde o dia 17 de novembro. O filho de Leda Alves estuda no local. Ela se preocupa com o calendário escolar.

Diego Araújo é um dos organizadores das ocupações às escolas estaduais. Ele é aluno do ensino médio e sobre as preocupações dos pais diz que há horários em que a entrada de responsáveis é liberada e que as aulas perdidas terão reposição.

O governo do Estado de São Paulo reforça que a reorganização escolar é uma irreversível.

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