CBN Campinas 99,1 FM
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Compartilhe

GM reforça rondas pelo centro e população se divide

Com a intenção de aumentar a segurança na região central de Campinas no período de compras de fim de ano, a Guarda Municipal iniciou no dia primeiro deste mês a

GM reforça rondas pelo centro e população se divide
Com a intenção de aumentar a segurança na região central de Campinas no período de compras de fim de ano, a Guarda Municipal iniciou no dia primeiro deste mês a Operação Natal 2015. Mas a medida dividiu opiniões. Muitos aprovam e defendem a maior proteção aos clientes e ao comércio. Nilson Santos é um deles. Para […]

Com a intenção de aumentar a segurança na região central de Campinas no período de compras de fim de ano, a Guarda Municipal iniciou no dia primeiro deste mês a Operação Natal 2015. Mas a medida dividiu opiniões. Muitos aprovam e defendem a maior proteção aos clientes e ao comércio. Nilson Santos é um deles. Para ele, o reforço ao trabalho da Polícia Militar é bem-vindo porque o número de pessoas no local cresce drasticamente.

Mas para outros, o aumento nas rondas por ruas e avenidas do centro não diminui a insegurança e os riscos. Ronelson Rodrigues, por exemplo, diz que não acredita que a presença da GM possa evitar crimes. Segundo o vereador Paulo Bufalo, do PSOL, o problema não é a efetividade da medida. Para ele, a intensificação das rondas é necessária, mas deveria acontecer de maneira uniforme também em outras regiões.

Ele cita como exemplo a frequente situação de risco em centros de saúde, que sofrem com invasões, depredações, vandalismo e roubos, além de casos de agressões e assaltos contra funcionários. Ainda segundo Bufalo, a segurança do centro da cidade deveria ser feita somente pela Polícia Militar, para que a Guarda Municipal priorizasse outros espaços públicos.

O aposentado José Soares concorda. Consultada, a Secretaria de Segurança informou que “as demais áreas da cidade continuam com o mesmo patrulhamento” e que “o reforço feito é no horário do patrulhamento e não no efetivo”. Portanto, não há prejuízo.

Compartilhe

Conteúdos