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Prefeito e ex prefeito de Vinhedo têm bloqueio de bens por fraudes na merenda

A Justiça Federal decretou a indisponibilidade de bens do prefeito de Vinhedo, Jaime Cruz, em ação do Ministério Público sobre improbidade administrativa. Outros 14 réus também estão no processo e

Prefeito e ex prefeito de Vinhedo têm bloqueio de bens por fraudes na merenda
A Justiça Federal decretou a indisponibilidade de bens do prefeito de Vinhedo, Jaime Cruz, em ação do Ministério Público sobre improbidade administrativa. Outros 14 réus também estão no processo e passam pela sanção. Eles fariam parte de esquema de fraude em licitações, com favorecimento e superfaturamento de produtos da merenda escolar no município em cinco […]

A Justiça Federal decretou a indisponibilidade de bens do prefeito de Vinhedo, Jaime Cruz, em ação do Ministério Público sobre improbidade administrativa. Outros 14 réus também estão no processo e passam pela sanção.

Eles fariam parte de esquema de fraude em licitações, com favorecimento e superfaturamento de produtos da merenda escolar no município em cinco contratos entre 2011 e 2013. A diferença dos preços em relação ao mercado chegaria a 587%, segundo a Procuradoria.

As irregularidades teriam causado prejuízos de R$ 9 milhões ao erário, sendo parte dos recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação.

O atual prefeito na época era secretário de Educação e além dele, entre os réus estão, o ex-prefeito  Milton Serafim, o então secretário de Administração, José Pedro Cahun, o ex-controlador geral Elvis Olívio Tomé (hoje, secretário de Assuntos Jurídicos) e a ex-diretora de Compra e Serviços, Bruna Cristina Bonino (atualmente na chefia da Controladoria Geral de Vinhedo).

A indisponibilidade de bens atinge ainda as empresas JV Alimentos, Conser Comércio de Alimentos e Serviços, Marcelo Pereira Bezerra EPP e Cecapa Distribuidora de Alimentos.

Elas e outras sete companhias que também teriam participado das ilegalidades estão proibidas de firmar novos contratos com a Prefeitura de Vinhedo.

Segundo investigações do MPF, ao todo, 31 pessoas físicas e jurídicas se envolveram no esquema.

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