O horário brasileiro de verão chega ao fim na madrugada de sábado para domingo. A quem comemore, mas outros preferem o atual horário. Erick é um desses, inclusive por um motivo que talvez poucos se atentem: a segurança.
Entre os motivos daqueles que dizem preferir o horário de verão está o da adaptação do corpo. Muita gente alega que sente mais sono, que demora pra se adaptar, que a mudança de horário afeta até o apetite, mas o professor de Educação Física Thiago Lourenço afirma que o fato da mudança ser de apenas uma hora em nada altera o comportamento do organismo e que a mudança é mais psicológica.
Já um impacto inegável é na economia e eficiência energética do país. Segundo a CPFL Paulista, distribuidora de energia que atende 234 cidades no interior paulista houve uma redução de 0,7% no consumo de energia elétrica na região onde atua e ainda uma diminuição de 2,2% na demanda no horário de pico, horário esse que tem o maior impacto positivo durante o horário de verão, como explica o coordenador do curso de engenharia elétrica da faculdade Anhanguera, professor Fernando Batistel
Outro dado que comprova essa eficiência foi divulgado pelo Ministério de Minas e Energia. Segundo o órgão, nos últimos dez anos, houve redução média de 4,5% na demanda por energia no horário de maior consumo. Em termos absolutos a economia de energia é de 0,5%, o que equivale ao consumo mensal de uma cidade como Brasilia, por exemplo.