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MP de Vinhedo abre investigação sobre cachês da Festa da Uva

O promotor público de Vinhedo, Rogério Sanches Cunha instaurou nesta quinta-feira um inquérito para apurar os gastos da Prefeitura na organização da Festa da Uva e do Vinho, que começa

MP de Vinhedo abre investigação sobre cachês da Festa da Uva
O promotor público de Vinhedo, Rogério Sanches Cunha instaurou nesta quinta-feira um inquérito para apurar os gastos da Prefeitura na organização da Festa da Uva e do Vinho, que começa neste sábado. O evento acontece até o dia 28 e terá pelo menos nove shows com artistas conhecidos. Entre eles, a banda Blitz, a dupla sertaneja Guilherme […]

O promotor público de Vinhedo, Rogério Sanches Cunha instaurou nesta quinta-feira um inquérito para apurar os gastos da Prefeitura na organização da Festa da Uva e do Vinho, que começa neste sábado. O evento acontece até o dia 28 e terá pelo menos nove shows com artistas conhecidos. Entre eles, a banda Blitz, a dupla sertaneja Guilherme e Santiago e a cantora Anitta, cujos cachês serão investigados.

De acordo com o promotor, o processo foi aberto após uma representação feita por moradores, comerciantes e vai avaliar se o dinheiro usado nas contratações condiz com os valores de mercado, ainda de acordo com o promotor Rogério Sanches, o montante ainda não foi integralmente divulgado, mas a abertura do inquérito não significa que houve superfaturamento durante a organização da Festa da Uva.

Ele explica que a investigação vai avaliar o retorno que as atrações darão ao município, seja na forma de arrecadação ou de interesse público. Por isso, planeja pedir à Prefeitura os dados de edições anteriores. O promotor também põe em dúvida a realização do evento em meio à crise econômica no País, questionamento que foi rechaçado pelo secretário de Cultura de Vinhedo e presidente da festa, Wagner Pavarin.

Pavarin alega que o planejamento da Administração Municipal reduziu em 30% o investimento previsto devido à crise e justifica que os cachês divulgados muitas vezes não levam em conta os gastos adicionais. Ele também nega que o interesse público seja baixo e reforça que a festa já se tornou tradicional na região. Por isso diz que o cancelamento devido à crise representaria uma perda cultural. Apesar do inquérito, não há impedimento para a realização da festa.

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