Os testes moleculares para diagnóstico rápido do virus zika na Unicamp, começaram a ser aplicados nesta segunda-feira. Eles serão feitos no Instituto de Biologia da universidade a partir de testes de sorologia com amostras de sangue, urina ou saliva e diferenciam o zika dos outros vírus transmitidos pelo Aedes aegypti. O teste será aplicado prioritariamente, em mulheres grávidas com suspeita de infecção pelo vírus. Os bebês recém-nascidos com malformações neurológicas e pacientes adultos com suspeita de síndrome de Guillain Barré também irão fazer. Os exames fazem parte de uma pesquisa da universidade que busca conhecer o funcionamento do vírus e a forma como ele afeta o corpo humano. Em caso de resultado positivo, o vírus passará por um sequenciamento genético que vai permitir observar o seu comportamento. De acordo com a Secretaria de Saúde do Estado, são seis casos confirmados de zika vírus na região de Campinas. Além disso, segundo a pasta, no estado são 24 casos de microcefalia com possível ligação com zika, sendo cinco deles na região, dois em Campinas, um em Estiva Gerbi, um Mogi Guaçu e outro em Sumaré.