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Campinas tem mutirões em corredor destruído por vendaval

Passada uma semana do registro dos vendavais, o chamado corredor de destruição em Campinas tem regiões com reparos adiantados. Outras, ainda enfrentam dificuldades, como falta de materiais e até mão-de-obra.

Campinas tem mutirões em corredor destruído por vendaval
Passada uma semana do registro dos vendavais, o chamado corredor de destruição em Campinas tem regiões com reparos adiantados. Outras, ainda enfrentam dificuldades, como falta de materiais e até mão-de-obra. Por esses locais, a maior parte das ruas e avenidas está liberada, mas ainda há árvores, galhos e destroços à espera de remoção, principalmente troncos e […]

Passada uma semana do registro dos vendavais, o chamado corredor de destruição em Campinas tem regiões com reparos adiantados. Outras, ainda enfrentam dificuldades, como falta de materiais e até mão-de-obra. Por esses locais, a maior parte das ruas e avenidas está liberada, mas ainda há árvores, galhos e destroços à espera de remoção, principalmente troncos e materiais de grande porte, como postes e telhas.

Na Avenida Theodureto de Almeida Camargo, os canteiros e praças já estão limpos, mas o Educandário Eurípedes, do Centro Espírita Allan Kardec, foi muito afetado pelas árvores da área do Instituto Agronômico. As atividades estão suspensas por dois meses, segundo o colaborador Feliciano Cândido. O telhado foi comprometido e a semana de conserto serviu para concluir que o piso terá que ser trocado.

Perto dali, a Escola Salesiana São José também não teve aulas nos últimos dias e a retomada só deve acontecer na próxima semana. No espaço, setores inteiros foram interditados e Festa Junina foi cancelada. Na Avenida Almeida Garret, as calçadas estão mais livres, mas as obras seguem dentro de lojas e de uma escola infantil, que também fechou até atrássto.

Na Vila Nogueira e no São Quirino, porém, ainda há interdições. A Avenida Diogo Álvares, por exemplo, tinha tratores, cortes de árvores e colocação de postes e fios de energia, telefone e internet. Ao redor e dentro do Shopping Galleria isso também acontece de maneira intensa.

O local vai ficar fechado no fim de semana e está cercado por guindastes. Já no condomínio San Conrado, os moradores se organizaram e o arquiteto e morador, Alexandre Negrão, relata as dificuldades. Responsável por cinco casas de vizinhos, ele ainda conta que um mutirão foi organizado e marcado pelos moradores. A ideia é prestar auxílio a outras pessoas, que seguem foram de casa ou que precisam de reforma.

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