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Após rebelião, sindicato afirma que situação no CDP de Hortolândia continua a mesma

O presidente do sindicato dos funcionários do Sistema Prisional do Estado de São Paulo, João Rinaldo Machado afirma que nada mudou dentro da penitenciária 2 do Complexo Campinas-Hortolândia, após a

Após rebelião, sindicato afirma que situação no CDP de Hortolândia continua a mesma
O presidente do sindicato dos funcionários do Sistema Prisional do Estado de São Paulo, João Rinaldo Machado afirma que nada mudou dentro da penitenciária 2 do Complexo Campinas-Hortolândia, após a rebelião que começou na noite do dia 11 de julho e durou a tarde do dia 12. Ele ressalta danos estruturais, que ainda não têm uma […]

O presidente do sindicato dos funcionários do Sistema Prisional do Estado de São Paulo, João Rinaldo Machado afirma que nada mudou dentro da penitenciária 2 do Complexo Campinas-Hortolândia, após a rebelião que começou na noite do dia 11 de julho e durou a tarde do dia 12. Ele ressalta danos estruturais, que ainda não têm uma previsão de quando serão resolvidos. Rinaldo ainda listou problemas como a superlotação e falta de funcionários.

João Rinaldo Machado participou de uma audiência na Câmara de Vereadores de Campinas, nesta segunda-feira (18/07).

Familiares de detentos também participaram. Uma mulher que não quis se identificar e relatou que após a rebelião, não consegue mais contato com o marido que está preso.

 

Na rebelião, os presos chegaram a fazer três funcionários reféns. O principal motivo foi a superlotação na P2 que tem capacidade para 855 presos, mas estava com 1897.

Quem presidiu a reunião no legislativo foi o vereador Carlão do PT que vai encaminhar ao governo do estado às situações e cobrar providências.

 

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