O contrato da empresa que prestava serviços na portaria das unidades policiais de Campinas foi reincidido. Segundo o delegado seccional, José Carneiro Rolim Neto, o motivo foi a necessidade de contenção dos gastos. Para suprir a demanda desses profissionais a Polícia Civil está colocando policiais da área administrativa. O trabalho de porteiro e vigia nessas unidades consiste na proteção dos locais onde são guardados os inquéritos, armas e documentações importantes para instruir investigações. O presidente do Sindicato dos Policiais Civis de Campinas e Região, Aparecido Lima de Carvalho, não concorda com essa medida, pois segundo ele, cada policial deslocado vai reduzir ainda mais o poder de investigação dos crimes.