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Economia com o horário de verão é suficiente para alimentar Campinas por seis dias

Moradores das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do país deverão adiantar os relógios em uma hora a partir do próximo dia 16, quando começa o horário de verão. A medida

Moradores das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do país deverão adiantar os relógios em uma hora a partir do próximo dia 16, quando começa o horário de verão. A medida busca proporcionar economia de energia, aproveitando o maior tempo de incidência da luz do sol. A mudança permanece em vigor até o dia 19 de fevereiro de 2017.

A medida afeta principalmente o consumo de energia no horário de pico, entre 18h e 21h. Na temporada passada, entre o fim de 2015 e o início desse ano, a adoção do horário reduziu a demanda por eletricidade em 4,5% do consumo médio das regiões afetadas pela mudança. Nas ruas as pessoas ouvidas pela reportagem aprovam a alteração no horário

O Gerente de Serviços de Rede da CPFL Paulista, Rodrigo de Vasconcelos Bianchi, informou que a expectativa é de uma redução de 0,43% no consumo e de 4,4% na demanda. Embora os números possam parecer pequenos, ele comenta que a economia feita seria suficiente para alimentar Campinas por seis dias

Se por um lado no horário de pico da noite ainda está claro, havendo economia, por outro, para quem precisa acordar bem cedo, a noite parece ter ficado mais cumprida. Mesmo assim, Bianchi afirma compensar a mudança.

Esta será a 41ª edição do horário de verão no país. A primeira vez ocorreu no verão de 1931/1932. Os dias de começo e término do horário foram padronizados por um decreto de 2008. Pelo texto, os relógios são adiantados no terceiro domingo de outubro de cada ano, e voltam à sincronia habitual no terceiro domingo de fevereiro.

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