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MP instaura inquérito para apurar descumprimento de contrato por parte da Gocil e possível negligência da prefeitura

O Ministério Público de São Paulo instaurou inquérito civil para apurar eventual descumprimento de contrato por parte da empresa Gocil com a prefeitura de Campinas bem como uma eventual negligência

MP instaura inquérito para apurar descumprimento de contrato por parte da Gocil e possível negligência da prefeitura
O Ministério Público de São Paulo instaurou inquérito civil para apurar eventual descumprimento de contrato por parte da empresa Gocil  com a prefeitura de Campinas bem como uma eventual negligência da Administração Municipal na ocorrência da suspensão dos serviços prestados pela empresa. Os serviços de vigilância e de limpeza foram suspensos depois que os trabalhadores […]

O Ministério Público de São Paulo instaurou inquérito civil para apurar eventual descumprimento de contrato por parte da empresa Gocil  com a prefeitura de Campinas bem como uma eventual negligência da Administração Municipal na ocorrência da suspensão dos serviços prestados pela empresa.

Os serviços de vigilância e de limpeza foram suspensos depois que os trabalhadores terceirizados da prefeitura foram demitidos pela empresa contratada. A denúncia ao Ministério Público Estadual foi feita pelo Vereador Pedro Tourinho(PT).

Além disso, segundo o inquérito civil, o promotor também irá investigar eventual descumprimento contratual pelas empresas Gocil Serviços de Vigilância e Gocil Serviços Gerais. A denúncia no MPE foi feita no dia 6 de junho deste ano.

Além do parlamentar, o Conselho Municipal de Saúde e um conselheiro de educação também ingressaram com denúncias. A empresa tinha um contrato de R$ 65 milhões com a administração e o rompeu, segundo ela mesma, por falta de pagamento.

Com isso, 1,6 mil trabalhadores que faziam trabalho de limpeza e vigilância foram retirados dos respectivos postos, causando restrição no atendimento nas unidades de saúde e escolas. A Gocil informou que o contrato foi rompido porque os atrasos nos pagamentos superaram três meses. Disse ainda que recebeu informações de que não haveria previsão de liquidação das parcelas correntes até dezembro deste ano.

O promotor deu um prazo de 30 dias para a prefeitura apresentar cópias do pregão presencial que originou o contrato, o próprio contrato, notas de pagamentos, entre outros documentos.

A assessoria da prefeitura informou que ainda não foi notificada. A Gocil Segurança e Serviços informou que ainda não foi notificada, portanto, não pode se manifestar.

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