A polícia não conseguiu identificar quem vendeu a arma usada Sidnei Ramis de Araújo para matar 12 pessoas, inclusive o próprio filho de 8 anos e a ex-mulher, no réveillon, em Campinas. Os investigadores concluíram o inquérito sobre a chacina e não encontraram a origem da arma de fogo, uma vez que não há registro em todos os bancos de dados pesquisados, estaduais e federais.
Para a polícia, o crime foi premeditado e passional. Sidnei Ramis, que se matou na sequência, agiu sozinho. Segundo o inquérito, ele não contou com comparsas ou coautores. A perícia constatou que as mortes foram decorrentes da arma utilizada pelo assassino.
A chacina ocorreu na virada do ano depois que o assassino pulou o muro da casa da ex-mulher, na Vila Proost Souza, e já começou a atirar. Dentre os mortos, a própria ex-mulher e o filho de oito anos. Outras dez pessoas foram assassinadas. Três vítimas foram atingidas e ficaram feridas. Já dois adolescentes se esconderam em banheiros da casa durante a execução e uma mulher, que estava com um bebê no colo, foi poupada.