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Falta de remédios nos Centros de Saúde preocupa usuários

Frequentemente usuários do Sistema Único de Saúde em Campinas têm dificuldades para encontrar medicamentos nos postos de saúde e as reclamações se tornam cada vez mais constantes. Em julho de

Falta de remédios nos Centros de Saúde preocupa usuários
Frequentemente usuários do Sistema Único de Saúde em Campinas têm dificuldades para encontrar medicamentos nos postos de saúde e as reclamações se tornam cada vez mais constantes. Em julho de 2016 a reportagem da CBN Campinas mostrou o problema nos postos de saúde de Sousas e Joaquim Egídio. Por lá faltavam remédios como Ranitidina, sulfato […]

Frequentemente usuários do Sistema Único de Saúde em Campinas têm dificuldades para encontrar medicamentos nos postos de saúde e as reclamações se tornam cada vez mais constantes. Em julho de 2016 a reportagem da CBN Campinas mostrou o problema nos postos de saúde de Sousas e Joaquim Egídio. Por lá faltavam remédios como Ranitidina, sulfato ferroso, complexo B, paracetamol e tantos outros. No mesmo mês faltavam medicamentos para transplantados na farmácia de alto custo da Unicamp e até o Ministério da Saúde foi acionado.

Em atrássto foi registrada falta de remédios simples para diabéticos, como o metiformina e mais 28 itens da cesta. E o ano de 2017 já começou com reclamações. Paulo Meirelles faz uso do Sinvastatina e do Diamicron para diabetes e colesterol e não tem conseguido nenhum dos dos dois medicamentos.

Meirelles afirma ainda que ao entrar em contato através do telefone 156 da prefeitura ou questionar os funcionários dos postos sobre a falta, recebeu a orientação de procurar a imprensa para reclamar.

A assessoria de imprensa da prefeitura de Campinas informou que o Diamicron não consta na lista de medicamentos em falta e quanto ao Sinvastatina orientou que o usuário procure uma farmácia popular, onde o mesmo seria vendido por 25 centavos. Em nota a secretaria de saúde informou que a falta temporária acontece por diversos motivos, entre eles problemas com fornecedor, dificuldade na compra em razão de falta de matéria prima e outros problemas, mas ressaltou que é uma das cestas mais completas entre os municípios brasileiros, oferecendo 314 medicamentos gratuitamente.

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