A Caixa Econômica Federal liberou um financiamento de R$111 milhões para a Prefeitura de Campinas bancar a totalidade da implantação dos corredores do BRT das regiões dos distritos do Campo Grande, Ouro Verde e Perimetral. Com a aprovação, o prefeito Jonas Donizette deve emitir a ordem de serviço para que as empresas , vencedoras dos quatro lotes de obras licitados, possam iniciar a elaboração dos projetos executivos e obras. Com a assinatura dos contratos, as empresas terão 90 dias para a elaboração dos projetos executivos. O primeiro lote, formado por um trecho do Corredor Campo Grande que ligará o Centro até a Vila Aurocan em 4,3 quilômetros, e mais o Corredor Perimetral, com 4,1 quilômetros, foi arrematado pelo Consórcio BRT-Campinas, e vai custar R$ 88,9 milhões. A previsão é que o BRT comece a circular nos corredores em março de 2020. Com a assinatura dos contratos, as empresas terão 90 dias para a elaboração dos projetos executivos. Os corredores terão custo de R$ 451,4 milhões. Desse total, a Administração já havia conseguido R$ 340 milhões em recursos do Tesouro e financiamento.