Na lista de Fachin, Alckmin nega ter recebido propina da Odebrecht

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Durante visita a Cerquilho para a entrega de obras de melhorias em rodovias da região, o governador Geraldo Alckmin comentou a delação de três executivos ligados à Odebrecht de que ele usou o cunhado para receber mais de R$ 10 milhões da empreiteira.

Ele afirmou ter sido apenas uma menção sem justificativa porque ele jamais obteve recebimento irregular, já que suas campanhas sempre foram modestas e dentro da lei.

As delações dos executivos Benedicto Barbosa da Silva Júnior, Carlos Armando Guedes Pachoal e Arnaldo Cumplido de Souza e Silva foram feitas à Procuradoria-Geral da República e homologadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Eles relatam que o Grupo Odebrecht teria repassado a Geraldo Alckmin, que na época era candidato a Governador, valores para contribuição eleitoral, de R$ 2 milhões no ano de 2010 e R$ 8,3 milhões no ano de 2014.

Os valores não teriam sido declarados na prestação de contas oficial, enviada à Justiça Eleitoral

Os repasses seriam implementados por meio do Setor de Operações Estruturadas da companhia. O cunhado do Governador Geraldo Alckmin, Adhemar César Ribeiro, foi citado como a pessoa que receia pessoalmente parte desses valores.

Além de Alckmin, outros 12 governadores, 24 senadores, 37 deputados, oito ministros e cinco ex-presidentes aparecem entrem os citados pelos executivos da Odebrecht na maior delação da história do país.

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