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Greve dos Correios chega ao fim na região de Campinas mesmo com rejeição de proposta patronal

Os funcionários dos Correios da região de Campinas encerraram a greve que teve início no último dia 27 e retornam às atividades nesta terça-feira. Em assembleia realizada na tarde dessa

Greve dos Correios chega ao fim na região de Campinas mesmo com rejeição de proposta patronal
Os funcionários dos Correios da região de Campinas encerraram a greve que teve início no último dia 27 e retornam às atividades nesta terça-feira. Em assembleia realizada na tarde dessa segunda-feira, os trabalhadores rejeitaram a proposta patronal mas, mesmo assim, decidiram por retornarem ao trabalho. A assembleia aconteceu na sede do sindicato e contou com […]

Os funcionários dos Correios da região de Campinas encerraram a greve que teve início no último dia 27 e retornam às atividades nesta terça-feira. Em assembleia realizada na tarde dessa segunda-feira, os trabalhadores rejeitaram a proposta patronal mas, mesmo assim, decidiram por retornarem ao trabalho.

A assembleia aconteceu na sede do sindicato e contou com 400 trabalhadores. Durante a greve em Campinas, os serviços foram afetados em todas as agências do município. A expetativa é de que a situação comece a normalizar nas próximas semanas.

Os representantes dos trabalhadores pedem a retirada da mediação do TST sobre os planos de saúde, revogação da suspensão das férias, debate sobre a situação econômica da empresa, revogação da entrega alternada e otimização de atividade interna, suspensão das ameaças de demissão motivada e privatização, suspensão do fechamento das 250 agências e a criação de comissão com a participação dos trabalhadores para tratar sobre o tema.

A estatal tenta implantar um novo formato para o plano de saúde dos funcionários sob a alegação de que esse custeio é o responsável pela maior parte do déficit registrado nos últimos anos. Hoje, os Correios arcam com 93% dos custos dos planos e os funcionários com 7%.

A empresa recuou em relação à decisão de suspender as férias dos trabalhadores. A estatal prevê a revogação da medida por 90 dias e disse que pagará até R$ 3,5 mil para os empregados que forem tirar férias em maio, junho e julho. O restante dos valores será parcelado. Os sindicatos querem que as férias sejam mantidas.

A estatal também disse que vai exigir compensação dos funcionários que faltaram nos últimos dias e descontar as ausências.

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