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Marqueteira diz ter feito pagamentos ilícitos em campanha de Hélio

A marqueteira Monica Moura disse ter feito pagamentos ilícitos na campanha de 2004 do prefeito cassado de Campinas, Hélio de Oliveira Santos. A afirmação foi dada aos procuradores da República

Marqueteira diz ter feito pagamentos ilícitos em campanha de Hélio
A marqueteira Monica Moura disse ter feito pagamentos ilícitos na campanha de 2004 do prefeito cassado de Campinas, Hélio de Oliveira Santos. A afirmação foi dada aos procuradores da República em delação premiada e foi divulgada após a quebra do sigilo pelo STF do depoimento dela e do marido, João Santana. De acordo com Moura, […]

A marqueteira Monica Moura disse ter feito pagamentos ilícitos na campanha de 2004 do prefeito cassado de Campinas, Hélio de Oliveira Santos.

A afirmação foi dada aos procuradores da República em delação premiada e foi divulgada após a quebra do sigilo pelo STF do depoimento dela e do marido, João Santana.

De acordo com Moura, o contrato para a campanha eleitoral foi firmado no valor de 600 mil reais. A quantia teria sido paga de maneira oficial, mas outra parte foi quitada por fora.

A marqueteira diz que o valor devido ao casal fazia parte do empréstimo do Banco Schaim ao Partido dos Trabalhadores, que teve como avalista o pecuarista José Carlos Bumlai.

Hélio já havia sido alvo da Lava Jato por lavagem de dinheiro. Após a denúncia em 2016, ele alegou que não tinha envolvimento com o empréstimo fraudulento feito a Bumlai.

Mônica Moura e João Santana são investigados por indícios de terem recebido dinheiro de Caixa 2 por trabalhos em campanhas eleitorais.

Em nota, o PDT Campinas, reafirma mais uma vez, que na Campanha de 2004 à Prefeito, foi feito um Contrato com Produtora de SP, que pagou o valor de 600 mil reais pelos serviços de João Santana, declarados na prestação de Contas de Dr Hélio, e aprovada pela Justiça Eleitoral.

O partido portanto, que não é verdade a suposta delação de Mônica Moura, de que houve dinheiro de caixa 2, proveniente de empréstimo do PT, feito no Banco Schaim, avalizado por Bumlai.

Ainda segundo o partido, nunca houve tal Pedido de empréstimo, nem Autorização, Recebimento, ou mesmo Doação eleitoral, do Banco mencionado na delação.

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