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Prefeitura de Campinas pede suspensão de campanha salarial dos servidores por 60 dias

Alegando falta de dinheiro por causa da queda na arrecadação, a prefeitura de Campinas pediu a suspensão da campanha salarial dos servidores por um período de 60 dias. Durante este

Prefeitura de Campinas pede suspensão de campanha salarial dos servidores por 60 dias
Alegando falta de dinheiro por causa da queda na arrecadação, a prefeitura de Campinas pediu a suspensão da campanha salarial dos servidores por um período de 60 dias. Durante este período, o executivo prometeu buscar novas formas de aumentar a arrecadação, como a renegociação de dívidas com credores (Refis) e a antecipação do resgate de dividendos […]

Alegando falta de dinheiro por causa da queda na arrecadação, a prefeitura de Campinas pediu a suspensão da campanha salarial dos servidores por um período de 60 dias. Durante este período, o executivo prometeu buscar novas formas de aumentar a arrecadação, como a renegociação de dívidas com credores (Refis) e a antecipação do resgate de dividendos da Sanasa. Deste modo os servidores municipais ficarão sem reajuste nos vencimentos pelo menos até o mês de atrássto.

O prefeito Jonas Donizette afirmou que a medida foi necessária porque não há dinheiro em caixa que permita negociar reajuste com o funcionalismo público. Ele explicou que, com a queda da arrecadação, o gasto com funcionalismo público ultrapassou a margem de prudência, que corresponde a 51% do orçamento municipal. Jonas afirmou que vai enviar para Câmara o projeto de lei do Refis para oferecer algumas facilidades para pessoas físicas e jurídicas que estão em débito com a prefeitura. O prefeito de Campinas disse que essa é uma tentativa que busca o aumento da arrecadação, que permitiria ao município retomar as negociações com o sindicato.

O sindicato dos servidores mostrou surpresa com a proposta da prefeitura e informou que nunca passou por situação parecida. O coordenador da entidade, Jadirson Tadeu Cohen disse que os trabalhadores decidiram entrar em estado de greve e não descarta a paralisação. A categoria pede um aumento de 10,34% nos salários, vale-alimentação de R$ 1.0762 e vale-nutricional no mesmo valor, para todos os aposentados e pensionistas.

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