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The Colour and The Shape, o grande acerto do Foo Fighters

  O ano de 1997 estava começando quando Dave Grohl foi refazer as gravações para o segundo disco do Foo Fighters, além de incluir novas composições. Diferente do primeiro álbum

The Colour and The Shape,  o grande acerto do Foo Fighters
  O ano de 1997 estava começando quando Dave Grohl foi refazer as gravações para o segundo disco do Foo Fighters, além de incluir novas composições. Diferente do primeiro álbum onde ele fez praticamente tudo sozinho, atrásra o grupo já contava com o guitarrista Pat Smear, o baixista Nate Mendel e o baterista William Goldsmith.  […]

 

O ano de 1997 estava começando quando Dave Grohl foi refazer as gravações para o segundo disco do Foo Fighters, além de incluir novas composições. Diferente do primeiro álbum onde ele fez praticamente tudo sozinho, atrásra o grupo já contava com o guitarrista Pat Smear, o baixista Nate Mendel e o baterista William Goldsmith.  Mas até o dia 20 maio , data em que foi lançado “ The Colour and the Shape ”, muita coisa aconteceu.   O Foo Fighters vinha de uma longa  e bem sucedida turnê do primeiro disco.   Mesmo passando por um divórcio nesse período, Dave Grohl foi criando novas músicas.    Durante a passagem de som ele apresentava a  base, geralmente na guitarra e os companheiros da banda colaboravam com as ideias. Ainda no final de 96 eles começaram as gravações num estúdio no Estado de Washington, só que elas não agradavam Dave Grohl e nem o produtor Gil Norton a solução encontrada foi mudar de estúdio e de Estado.

 

Formação com o baterista William Goldsmith, primeiro a esquerda.

 

Após as festas de ano novo ele foram pra Califórnia e decidiram refazer tudo. E foi o que aconteceu em janeiro e fevereiro de 97, mas sem a presença do baterista William Goldsmith, já que a maneira dele tocar não foi satisfatória e Dave resolveu assumir também as baquetas, além da voz e guitarra.  Depois dessa fato William recusou a oferta de tocar nos shows que ficou a cargo de Taylor Hawkins , e se desligou do grupo o mal estar entre eles nunca foi resolvido.

 

Taylor Hawkins, carisma e performance visceral

 

Na hora de gravar tudo de novo é que Dave Grohl e os companheiros de Foo Fighters entenderam o sistema de trabalho do produtor Gil Norton, um inglês que já havia trabalhado com dezenas  de artistas do circuito alternativo.  Ele passava horas e horas explicando a importância de dar coerência a cada composição, e pra isso pedia que Dave tocasse sozinho a música e ia detalhando arranjos, mudanças de escalas e de notas. Depois dessa etapa da aula particular, todos os integrantes da banda passaram pelas sessões e ninguém teve vida fácil.

 

Gil Norton produtor de sucesso entre as bandas alternativas

 

A palavra “ again ’ deve ter sido a mais ouvida na gravação do segundo disco do Foo Fighters. O produtor Gil Norton fez todos regravarem varias vezes as mesmas partes. O baixista Nate Mendel foi aconselhado inclusive a aumentar o conhecimento que tinha sobe o instrumento.  Nem Dave Grohl escapou das repetições. Apesar disso, sempre reconheceu que após um dia longo e cansativo , todo esse trabalho fazia diferença no resultado final.

 

Dedicação em estúdio em busca de melhor desempenho

 

The Colour and the Shape, reforçou o nome da grupo, inclusive internacionalmente, foi indicado ao Grammy na categoria melhor álbum de rock e até hoje é o disco mais vendido do Foo Fighters nos Estados Unidos.

 

Acompanhe esta edição do quadro Música é Cultura

 

 

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robson@cbncampinas.com.br

Produção

Walmir Bortoletto

Edição

Paulo Girardi

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