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Investigados por indícios de corrupção no Ouro Verde têm prisão prorrogada

As seis pessoas investigadas pelo Ministério Público por indícios de irregularidades no Hospital Ouro Verde, em Campinas, tiveram a prisão temporária prorrogada pela Justiça. Os empresários foram detidos durante a

As seis pessoas investigadas pelo Ministério Público por indícios de irregularidades no Hospital Ouro Verde, em Campinas, tiveram a prisão temporária prorrogada pela Justiça. Os empresários foram detidos durante a Operação Ouro Verde, realizada pelo Gaeco e pelo Baep, da Polícia Militar, em 30 de novembro. Segundo o MP, os suspeitos de desviarem dinheiro do hospital serão ouvidos durante esta semana.

O Ministério Público apurou que cerca de R$ 4 milhões foram desviados do Hospital Ouro Verde, então administrado pela organização social Vitale. Na operação, foram apreendidos R$ 1,2 milhão em dinheiro em uma mala na casa do ex-servidor público Anésio Corat Júnior, que era diretor do Departamento de Contas da Secretária Municipal de Saúde de Campinas. Logo após a denúncia, o funcionário foi exonerado pela Prefeitura. Com o ex-diretor técnico da Vitale, Fernando Vitor Torres Nogueira Franco, os investigadores recolheram dois carros de luxo.

Além do ex-diretor técnico da Vitale, tiveram a prisão temporária prorrogada também os empresários Daniel Câmara, Paulo Câmara, Aparecida Bertoncello e Ronaldo Foloni e o advogado Ronaldo Pascoarelli.

Após a operação, a Prefeitura de Campinas rompeu o contrato com a Vitale e assumiu a gestão do Hospital Ouro Verde.

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