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Vereadores da base vão ao Paço por documentos da Vitale

Vereadores da base aliada do governo de Jonas Donizette estiveram nesta terça-feira na Prefeitura de Campinas em busca de documentos relativos ao contrato da Organização Social Vitale, ex-administradora do Hospital

Vereadores da base vão ao Paço por documentos da Vitale
Vereadores da base aliada do governo de Jonas Donizette estiveram nesta terça-feira na Prefeitura de Campinas em busca de documentos relativos ao contrato da Organização Social Vitale, ex-administradora do Hospital Ouro Verde. No grupo de sete parlamentares, estavam integrantes da Comissão Permanente de Saúde e outros nomes. Entre eles, Rodrigo da Farmadic, do PP, Paulo […]

Vereadores da base aliada do governo de Jonas Donizette estiveram nesta terça-feira na Prefeitura de Campinas em busca de documentos relativos ao contrato da Organização Social Vitale, ex-administradora do Hospital Ouro Verde. No grupo de sete parlamentares, estavam integrantes da Comissão Permanente de Saúde e outros nomes.

Entre eles, Rodrigo da Farmadic, do PP, Paulo Haddad, do PPS, e Zé Carlos, do PSB. A visita aconteceu durante a tarde. Além da Secretaria de Saúde, no 11º andar, onde ficaram por uma hora, os membros da Casa foram à Secretaria de Assuntos Jurídicos, no 13º, onde aguardaram por uma reunião com o responsável pela Pasta, Silvio Bernardin.

Considerado braço direito de Jonas, ele é investigado pelo Ministério Público. Nas gravações feitas com autorização da Justiça, ele conversa com o secretário de Saúde, Cármino de Souza, sobre a relação conturbada entre Executivo e a OS. Bernardin também teve o nome citado no diálogo grampeado entre o diretor-presidente do Grupo Rac, Sylvino de Godoy Neto, e Ronaldo Foloni, então diretor geral da Vitale, sobre a liberação de mais recursos à organização.

Os vereadores que visitaram a Prefeitura formam a Comissão Mista, proposta pela situação com o intuito de apurar a relação da Vitale com a Administração. A criação do grupo foi criticada pela oposição, que pedia por uma CPI. Na visão do grupo contrário ao prefeito, esta foi uma forma da base aliada lidar com a pressão que sofre para aprofundar as investigações sobre desvio de verbas, criando uma comissão chapa-branca que não vai funcionar na prática.

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