Segundo turno deve ser mais agressivo pelas redes sociais

Compartilhar no facebook
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin

O segundo turno começou com votação marcada para o dia 28 de outubro no Brasil. Até lá, as campanhas devem ser novamente encampadas e reforçadas nas redes sociais. A afirmação é do professor de marketing político da PUC Campinas, Marcel Cheida. Para ele, mesmo com tempos iguais no rádio e na TV, os candidatos vão focar a internet.

Usando o exemplo da corrida presidencial, lembra que isso já aconteceu no primeiro turno. Neste caso, afirma que Jair Bolsonaro, do PSL, entendeu melhor e levou vantagem. Na opinião de Cheida, a aposta na criação e no compartilhamento rápido surtiu efeito. O trabalho e o investimento nessa tática, inclusive, começaram antes do período eleitoral.

Por esse motivo, o professor de marketing político prevê a repetição no segundo turno. Desta vez, porém, acredita que a campanha de Fernando Haddad, do PT, seja ampliada. O resultado disso devem ser postagens mais agressivas, principalmente pelo Whatsapp. A explicação é a facilidade em construir livremente narrativas que visam o favorecimento.

Com isso, as informações deixam de focar e priorizar a razão e ampliam o fator emocional. Para o professor da PUC Campinas, Marcel Cheida, isso ajuda a explicar o perfil do eleitor. Em meio aos enfrentamentos, à polarização e à troca de informações, Cheida faz um alerta. Com a emoção em alta e os ânimos acirrados, ele pede atenção com as notícias falsas.

Em São Paulo, além do presidente, a população vota para escolher também o governador. João Doria, do PSDB, e Márcio França, do PSB, também devem apostar no meio virtual.

Compartilhe!
Compartilhar no facebook
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin

Ao vivo

Mais recentes

Colunas

Fale com a gente!

WhatsApp CBN

Participe enviando sua mensagem para a CBN Campinas

Siga-nos