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CPFL intensifica fiscalização e identificação de furto de energia cresce 35% em 2018

O furto de energia elétrica na região registrou um crescimento de pouco mais de 35% em 2018, quando comparado com o ano anterior. O número foi divulgado pela CPFL, que

CPFL intensifica fiscalização e identificação de furto de energia cresce 35% em 2018
O furto de energia elétrica na região registrou um crescimento de pouco mais de 35% em 2018, quando comparado com o ano anterior. O número foi divulgado pela CPFL, que intensificou a fiscalização nos últimos meses para identificar as ligações clandestinas, conhecidas popularmente como gato. Em 2017 foram 18.844 casos identificados pela companhia e no ano seguinte, […]

O furto de energia elétrica na região registrou um crescimento de pouco mais de 35% em 2018, quando comparado com o ano anterior. O número foi divulgado pela CPFL, que intensificou a fiscalização nos últimos meses para identificar as ligações clandestinas, conhecidas popularmente como gato. Em 2017 foram 18.844 casos identificados pela companhia e no ano seguinte, esse número saltou para 25.581. Campinas foi a cidade que registrou o maior número de irregularidades identificadas, com 17.691 ocorrências. Em segundo lugar ficou Piracicaba com 2.938 ocorrências, seguida por Hortolândia, com 1.558 casos.

Em 2018, a CPFL Paulista conseguiu recuperar um volume de 61.394 MWh de energia furtada em apenas 11 das maiores cidades da região. Isso seria suficiente para abastecer 33.943 famílias compostas por até quatro pessoas pelo período de um ano, o que equivale ao consumo de uma cidade equivalente a Amparo. De acordo com o gerente de serviços comerciais da CPFL, Pedro de Aro, é importante que a população se conscientize sobre os perigos dos gatos na rede elétrica. Além de colocar em risco a vida das pessoas, ele ressalta que a prática é criminosa e pode resultar em prisão e pagamento de multas elevadas.

Em 2018, a CPFL realizou quase 270 mil inspeções, o que representa um aumento de 42% na comparação com 2017. Atualmente, a taxa de sucesso é de 21,3%, ou seja, para cada cinco fiscalizações realizadas, as equipes encontram uma fraude.

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