Jaguariúna espera retomar empregos com multinacional

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O anúncio da implantação de uma unidade da multinacional Qualcomm Technologies na cidade é a aposta de Jaguariúna para reverter o quadro de retração de quase 50% na geração de empregos registrada pelo Caged.

Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados de janeiro deste ano mostram que 185 vagas foram criadas. No mesmo mês de 2018, foram 313 ocupações. O resultado foi o pior da Região Metropolitana de Campinas.

Mas para o prefeito de Jaguariúna, Gustavo Reis, do MDB, o investimento de US$ 200 milhões pelos próximos cinco anos anunciado pela gigante da tecnologia deve gerar uma retomada. A planta deve gerar mil empregos.

A produção de semicondutores de alta densidade será iniciada em 2020 em parceria com uma empresa de Taiwan. As peças têm tecnologia que reúnem componentes como CPU, processador gráfico, modem 3G e 4G, GPS e Wi-fi.

A escolha da Qualcomm por Jaguariúna envolveu isenções fiscais e outros benefícios oferecidos pelo município. Entre eles, IPTU e parcerias na formação profissional. A expectativa de faturamento da unidade é de R$ 2 bilhões ao ano.

Outros números reforçam a tendência recente de desemprego em Jaguariúna.  Ao longo do ano passado, foram contratados na cidade 12.587 trabalhadores e demitidos 13.668. O saldo negativo ficou em 1.081 postos fechados.

Além de Jaguariúna, outras cidades da região fecharam 2018 com saldo negativo na geração de empregos com carteira assinada. Estão na lista do Caged: Hortolândia, Monte Mor, Morungaba, Nova Odessa e Paulínia.

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