CBN Campinas 99,1 FM
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Compartilhe

Balança comercial da RMC tem avaliação ambígua em 2019

Com alta de 25% em relação a maio do ano passado, o resultado da balança comercial do quinto mês de 2019 na Região Metropolitana de Campinas marca também um déficit

Balança comercial da RMC tem avaliação ambígua em 2019
Com alta de 25% em relação a maio do ano passado, o resultado da balança comercial do quinto mês de 2019 na Região Metropolitana de Campinas marca também um déficit de US$ 3,6 bilhões no acumulado do ano. Economista do Observatório PUC-Campinas, responsável pelo levantamento, Paulo Oliveira confirma que a avaliação é ambígua. Na opinião […]

Com alta de 25% em relação a maio do ano passado, o resultado da balança comercial do quinto mês de 2019 na Região Metropolitana de Campinas marca também um déficit de US$ 3,6 bilhões no acumulado do ano.

Economista do Observatório PUC-Campinas, responsável pelo levantamento, Paulo Oliveira confirma que a avaliação é ambígua. Na opinião dele, a melhora atual se dá principalmente pelo índice ruim em maio de 2018.

A questão é que a sequência do mesmo mês desde 2009 indica que o penúltimo dado foi justamente o pior dos últimos 10 anos. Com isso, a conclusão é que a melhora precisa ser celebrada, mas com a devida moderação.

O saldo no ano foi de US$ 866 milhões negativos na região. Mas a pesquisa também aponta os resultados de cada município. Nos déficits, Paulínia lidera com US$ 989 milhões. E Campinas em segundo: US$ 839 milhões.

Neste último caso, no entanto, o montante é visto de forma positiva pelo secretário de Desenvolvimento Econômico, André Von Zuben. Para ele, o maior volume de importações em Campinas indica sinais de retomada.

Outro destaque é Indaiatuba, com US$ 264 milhões de déficit, mas que teve o terceiro maior volume de exportação da RMC: US$ 213 milhões. A cidade ficou atrás apenas de Campinas e Paulínia, líderes em todos os quesitos.

O indicador também faz o secretário de Governo de Indaiatuba, Renato Stoch, ponderar e exaltar o perfil do município, sede de indústrias exportadoras que necessitam de peças, insumos e componentes para produção.

Entre as cidades com saldos positivos na balança em 2019, estão Santo Antônio de Posse, US$ 28,6 milhões, Cosmópolis, US$ 23,6 milhões, Pedreira, US$ 6,7 milhões, Engenheiro Coelho, US$ 3,2, e Nova Odessa, US$ 2,1 milhões.

Conteúdos