Uso de drone se populariza nos negócios, mas exige conhecimento de regras e leis

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O mercado de drones no Brasil vem experimentando uma transformação vertiginosa. Em pouco mais de cinco anos, quando este equipamento começou a ganhar o céu brasileiro, o mercado nacional conta com 60 mil aparelhos registrados junto a Agência Nacional de Aviação Comercial (ANAC), dos quais sendo 20 mil e quase 3 mil CNPJs de empresas e instituições que o utilizam para aplicações comerciais.

O crescimento desse equipamento no Brasil, assim como acontece em todo o mundo, se dá por inúmeros fatores, sendo o seu baixo valor e sua aplicação em vários trabalhos, os principais. Porém, a utilização de um drone exige conhecimento operacional e das normas e regras de leis específicas, uma vez que são considerados aeronaves pela legislação, quando pesam acima de 250 gramas.

“Os drones se tornaram populares. E, mais que isso, se tornou uma ferramenta útil e com um custo relativamente baixo”

“Hoje, os drones se tornaram uma alternativa interessante para vários trabalhos”, conta o empresário Sérgio Sapia, proprietário da AeroFrog, uma empresa de Campinas com cinco anos de mercado e especializada Empresa especialista em drones e que oferece cursos, palestras e projetos educacionais. “Os drones se tornaram populares. E, mais que isso, se tornou uma ferramenta útil e com um custo relativamente baixo”, acrescenta o empresário.

Para se ter uma idéia da popularização citada por Sapia, uma pesquisa realizada pela Frost & Sullivan aponta um crescimento anual mundial do mercado de 33% até 2020 – com destaque para a África e América Latina que devem apresentar um crescimento ainda maior. Segundo a consultoria PwC, o mercado global de drones pode chegar a 127 bilhões de dólares, valor que representa os setores de infraestrutura (41%); agricultura (26%); logística (10%); segurança (8%); entretenimento (7%); seguros (5%) e mineração (3%).

 

DIFICULDADES

Quem vê o mercado hoje, nem imagina como era a dificuldade para comprar, montar ou operar um drone há menos de uma década. “Há sete anos comecei estudar sobre o assunto. Não tínhamos disponíveis as aeronaves prontas. A gente tinha que comprar peças separadas, em diversos lugares e demorava meses para chegar. Montávamos os equipamentos e às vezes não funcionava”, conta Sapia. “A chegada das grandes empresas facilitou muito o nosso trabalho”

“Ele é considera uma aeronave se possuir mais de 250 gramas.

Segundo ele, hoje as pessoas compram os equipamentos mas não sabem o que há por trás, as regras e leis para operar a parte legal, sem oferecer perigo à sociedade. No caso de drone, é mais complexo ainda. “Ele é considera uma aeronave se possuir mais de 250 gramas. O usuário responde para a Anatel, Anac e Decea, três órgãos federais que regulamentam o setor. A escola pode ajuda micro e pequeno empresário a se informar, saber como utilizar a aeronave de maneira correta, não só do ponto de vista da pilotagem, mas das leis e regras.

Ouça a entrevista completa com Sérgio Sapia e saiba mais sobre este mercado, dicas e como o networking é importante em seus negócios.

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